DOSES DE PRODUTIVIDADE – XXIV

Outro grupo FORÇAS, trabalhando em paralelo, considerou COMMODITIES – com foco semelhante, considerando aprimoramentos e melhorias.

Um exemplo de Plano de Ação para melhorar forças do AGRONEGÓCIO:

Para desenvolver pequenos e médios produtores promover incentivo e desenvolvimento. O primeiro, por meio de cooperativas e instituições ligadas ao Ministério de Agricultura para dar velocidade de resposta ao incremento de tecnologias que beneficiem ganhos de produtividade nas etapas de plantio e beneficiamento. Esta pode ser uma ação imediata. O segundo, nas sedes de cooperativas e centros de treinamento in loco para capacitação técnica dentro do cronograma de plantio previsto. Mais uma ação imediata.

Um exemplo de Plano de Ação para Melhorar Forças foi a INFRA-ESRUTURA:

Para aumentar o fluxo de produtos para o mercado interno e de exportação deve-se buscar o fortalecimento ferroviário ligando pólos industriais às rodovias, portos e aeroportos ela industrialização elevando a renda nacional, buscar ampliar a conversão de commodities em produtos industrializados, prontos para consumo, em todas as regiões que ofereçam infra-estrutura, matéria-prima e capacidade de produção.  Seria uma ação da iniciativa privada para desenvolvimento de tecnologias e pesquisas, através de incentivos fiscais e financeiros do poder público. Sabe-se que estas medidas são de médio prazo (~ 5 anos) mas devem começar imediatamente.

Completaram ainda a melhoria das ferrovias em pólos industriais, por meio de PPP (Parcerias Público Privadas), para ampliação da malha férrea com utilização intensiva de alta tecnologia. Iniciar imediatamente uma consulta pública para manifestação de interesse.

Outro ponto considerado pelo grupo FORÇAS foi o de ENERGIA RENOVÁVEL com a diversificação da matriz energética – hidrelétrica, bio-combustível e eólica.

Um exemplo de Plano de Ação para Melhorar Forças foi para ENERGIA EÓLICA:

Para aproveitar o potencial dos ventos para energia sustentável, ampliar o setor de geração de energia eólica com estudo do seu potencial energético nas regiões próximas a redes de transmissão e subestações. As empresas de energia poderão vender a energia gerada através de leilões ou mercado livre. Isto seria possível em médio prazo (~5anos), mas precisa começar já.

Outro exemplo de Plano de Ação para Melhorar Forças foi para geração de  NOVOS NEGÓCIOS:

Reciclar a mão-de-obra em pólos tecnológicos, com incentivo para startup de MPE, em Empresas e Universidades com parcerias com as Federações das Indústrias com foco em: incentivar o empreendedorismo, criar programas de reinserção de empregados aproveitando a polivalência e fomentar parcerias Empresas e Universidades. Tudo isto pode ser feito imediatamente.

Na próxima semana mostrarei os ensaios produtivos dos alunos gaúchos no quesito Fraquezas. Muito pertinente nos dias atuais.

DOSES DE PRODUTIVIDADE

DOSES DE PRODUTIVIDADE – XXIII

Não é novidade que a indústria tem sido a ponta mais dramática da retração da economia. Os dados da produção no setor têm batido recordes negativos e agora chegaram de forma mais contundente aos salários do chão de fábrica. A Pesquisa Industrial Mensal ­ Emprego e Salários (Pimes), divulgada pelo IBGE, mostra que, pela primeira vez em 11 anos, o salário médio real pago ao trabalhador está menor no acumulado em 12 meses.

Atualmente está difícil ministrar doses de produtividade nas empresas em razão da contaminação dos atos do governo. Nas empresas e sociedade as gorduras já foram eliminadas na busca da sobrevivência; entretanto, providências urgentes devem ser tomadas para estancar a hemorragia causada pela desordem político-econômica instalada no país. O governo tem de cortar profundamente seus gastos para que o país volte a crescer e ser produtivo.

Em recente curso de Estratégias Empresariais que conduzi para turmas de MBA em Porto Alegre (RS), ao apresentar e debater a matriz SWOT (Strength-Weakness-Opportunity-Threat ou forças-fraquezas-oportunidades-ameaças), percebi que um quadro mais amplo deveria ser analisado e propus que exercitássemos em grupos a elaboração de uma matriz para o Brasil focando a “Realidade Brasileira no 4º Trimestre de 2015 e ano 2016”. 

 Os participantes foram brilhantes em suas análises individuais e na obtenção de consenso dos grupos (um grupo para cada avaliação). Lembrando que forças e fraquezas são de âmbito interno e oportunidades e ameaças de âmbito externo. Embora não dispusessem de muito tempo durante as aulas, sem preparação prévia, apenas exteriorizando seus pensamentos em face da realidade, foram objetivos em priorizar avaliações e, posteriormente propostas de ações para aprimorar ou compensar SWOT para a realidade brasileira, para cada item elaborado. O Plano de Ação sumário buscou respostas para O Que? Onde? Quem? Como? Quando? e Porque?

Em cada semana das publicações de Doses de Produtividade reproduzirei sinteticamente o que cada grupo produziu. Não apenas um reconhecimento pela dedicação séria de todos que, mesmo sem serem especialistas em cada assunto, mostraram uma visão progressista. Que seja também um estímulo para que outros jovens e cidadãos do bem pensem, discutam, proponham e ajam junto ao congresso para efetiva mudança dos rumos de nosso país.

Um dos grupos FORÇAS considerou COMMODITIES – minérios e agronegócios em destaque devido a abençoada natureza que possuímos.

Um exemplo de Plano de Ação para “Melhorar Forças” foi para AGRONEGÓCIO:

Para agregar valor aos produtos pela industrialização elevando a renda nacional, buscar ampliar a conversão de commodities em produtos industrializados, prontos para consumo, em todas as regiões que ofereçam infra-estrutura, matéria-prima e capacidade de produção.  Seria uma ação da iniciativa privada para desenvolvimento de tecnologias e pesquisas, através de incentivos fiscais e financeiros do poder público. Sabe-se que estas medidas são de médio prazo (~ 5 anos) mas devem começar imediatamente.

Continuarei na próxima semana com estes ensaios produtivos que devem ser ampliados pelos setores especializados inconformados coma situação atual e cidadãos desejosos de ver um futuro melhor.

DOSES DE PRODUTIVIDADE

DOSES DE PRODUTIVIDADE – XXII

Apertar os cintos – pode ser uma dose de produtividade temporária, quando caem as receitas (salário ou ganho com retorno sobre o investimento) e se aumentam ou mantêm os gastos.

Para o cidadão brasileiro tal medida já atingiu o último furo, mas, para o governo atual, esta ação não funciona nem se cogita; ele continua gastando mais com sua gigantesca máquina burocrática e comprando mais políticos para que não reajam a esta realidade. O pseudo corte de dez ministérios foi um jogo de cena para rearranjar cadeiras e gastar mais com ”favores” políticos. Não são sérios! – desviam verbas da saúde, educação e segurança para programas improdutivos. Aumentam impostos e não reduzem suas próprias despesas – uma atitude antiprodutiva e antipatriótica – identificada até pelas agências de classificação de risco que rebaixaram, uma vez mais, a nota de crédito do Brasil, além de chegar próximo à perda do selo de bom pagador.

Como já anunciado, o governo PT e seus aliados continuam “fazendo o diabo” para se manter no poder e ampliar seus tentáculos da ganância corrupta; não se vê ou se houve falar de político, nem mesmo de oposição, que fique indignado com a bandalheira e se coloque em defesa do povo que o elegeu.

As nefastas medidas do pacote fiscal não ajudarão o país, pelo contrário, provocam mais fechamento de empresas e consequente demissão de empregados. PIB em baixa, inflação em alta. Verdadeira ofensa à nossa inteligência. Reduzem a capacidade de geração de riqueza e falsamente falam em programas sociais como, por exemplo, a aumento do auxílio desemprego. Será que ninguém entende que é melhor para o país e para as pessoas o aumento de emprego em vez de auxílio desemprego?

O caminho é investir em capacitação dos indivíduos para serem produtivos; investir em obras de infra-estrutura, sem a prática de corrupção e propinas do PT, para aumentar oportunidades de trabalho. Se não são comPTentes para isso, pelo menos deixem os empreendedores montarem seus negócios, abrir vagas de emprego, fomentar a exportação e promover uma economia saudável.

Essa dose de produtividade não passa pela cabeça do Governo Dilma com seu propósito populista e socialista imitando a Venezuela. Vejam o noticiário:

“No mês passado o governo anunciou um conjunto de medidas de ajuste fiscal. Ao invés de cortar o elevado nível de gasto público, o ajuste foi baseado em aumento da tributação. Um dos aumentos propostos refere-se a mudança nas regras para pagamento do Juros sobre Capital Próprio (JSCP) aos sócios das empresas, conforme previsto na MP 694. O presente trabalho avalia o aumento da tributação sobre a indústria decorrente desta medida, que é estimado em R$ 474 mi para 2016 (um acréscimo da carga tributária de 20% em relação ao JSCP de 2014). A medida anunciada deve reduzir a taxa de retorno do capital próprio e como consequência reduzirá a atratividade do investimento produtivo e particularmente industrial no país, como explorado no trabalho. Ressalte-se que a atividade econômica e o nível de investimentos no país estão em forte queda e não há sinal de recuperação no futuro próximo. Como exemplo, no caso da Indústria de Transformação, a Pesquisa FIESP de Intenção de Investimentos estima queda de 32,7% no investimento para o ano de 2015. Em resumo, diante de tais considerações, a mudança nas regras para pagamento de JSCP aos sócios das empresas pode piorar ainda mais situação da já debilitada atividade econômica no Brasil.”

DOSES DE PRODUTIVIDADE

DOSES DE PRODUTIVIDADE – XXI

Um amigo leitor das Doses escreveu-me:

 …sempre fiquei com a sensação de todo o seu trabalho estaria sendo como pérolas jogadas aos porcos, principalmente na área do serviço público que é um verdadeiro lamaçal. Na área privada, felizes são os que aproveitaram a leitura…

 E acrescentou:

  “A BUSCA DA PRODUTIVIDADE E EFICIÊNCIA DURADOURAS COM RESPEITO REPUBLICANO AO SER HUMANO É  A ÚNICA FORMA PERMANENTEMENTE DE GERAR RIQUEZA  DEMOCRATICAMENTE DISTRIBUÍDA ENTRE SALÁRIOS E LUCROS”.

 Esta, como tantas outras mensagens que recebo, é um estímulo para continuar contribuindo com a produtividade nacional, apesar da ação contrária e nefasta da pocilga governamental com seu intento de implantar a “demoniocracia” bolivariana de esquerda, despótica e demagógica.

 Não podemos atribuir toda a culpa ao PT (Partido dos Trambiquieros), mas também ao seu comparsa PMDB e ainda a todos os partidos “socialistas” que compõe a poderosa quadrilha contra os cidadãos produtivos, tanto empresários quanto empregados, que geram riqueza para toda a nação. Não adianta aumentar a produtividade de quem trabalha para pagar mais impostos, que são usados para cobrir os rombos provocados por políticos inescrupulosos que vendem até a alma para apoiar o governo atual com Bolsa Cargo do programa Minha Câmara, Meu Governo.

 A mudança ministerial proposta pelo ‘vírus lula’ não resultou em nenhuma redução dos gastos do governo, pelo contrário, deve ter aumentado para obter apoio no congresso pelos vendilhões da pátria. Aliás, Lula passou a comandar o executivo, sem ser autorizado pelo direito público, usurpando explícita e confessadamente o poder. Lula deturpou o conceito democrático de que o povo é soberano. Lula é a cabeça do polvo que estendeu seus tentáculos no STJ, no

Congresso, nos Ministérios, no Mensalão, na Petrobras, no BNDES, na Eletrobrás e em tantos outros que a Lava Jato ainda não explorou.

 Vale a pena ler Golpes de Estado e ‘eisangelia’ do Prof. Roberto Romano; a eisangelia destina-se a punir governantes infiéis que prejudicam o erário e juízes negligentes, com base em The Classical Athenian Democrcy. De quantas provas mais precisamos para confirmar as indecentes falcatruas do PT nos últimos 13 anos? Nunca teremos réus confessos!

 Mesmo que aceitemos a eleição da Dilma como legítima, sem contar as fraudes das urnas eletrônicas, as mentirosas promessas de campanha e a manipulação da realidade econômica das contas de 2014, ela não tem o direito de destruir a vida político-econômica do Brasil.

 Basta! Um impeachment da Dilma e do Temer, seguido do impeachment Eduardo Cunha, exigiria uma nova eleição presidencial, permitindo-nos a busca de pessoas mais decentes para mudar a tendência catastrófica da crise atual.

 Somente uma atuação mais vigorosa do povo nas ruas e nas redes sociais pode criar e aplicar um “politicida” eficaz. Dizem-me que não tem nenhum político que preste e que o esquema montado não se consegue desarmar. Não concordo. Acredito que existam alguns, mesmo que poucos, que são honestos e competentes para mudar o rumo das coisas, mas o povo precisa saber identificá-los e aprender a votar naqueles preocupados com o bem comum.  

 Bem comum não significa comunismo, significa meritocracia.

DOSES DE PRODUTIVIDADE

DOSES DE PRODUTIVIDADE – XX

Boas e más notícias sobre a produtividade brasileira:

 A boa, dentro do campo de tecnologia, O presidente mundial da Microsoft, Satya Nadella, fez uma visita relâmpago ao Brasil e apresentou para funcionários da empresa, estudantes e clientes os principais focos da gigante de software para os próximos anos: reinventar a produtividade e os processos de negócios, construir uma plataforma de nuvem inteligente e promover a computação pessoal. O executivo também ressaltou que as ambições da Microsoft podem ajudar empresas brasileiras a melhorar a sua produtividade em um momento de crise como este.

 A má, ou melhor, as más, começaram com aumento de 4 a 6 % no aumento dos combustíveis que baixa a produtividade e aumenta a inflação.

 O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, disse que o governo vai enviar nos próximos dias ao Congresso Nacional uma lista com projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e da área de Saúde que serão cortados do Orçamento, mas que podem ser cobertos por emendas parlamentares dos deputados e senadores. Essa é uma das medidas para atingir a meta de superávit primário de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) no próximo ano. Barbosa reafirmou o compromisso de reduzir em R$ 3,8 bilhões as despesas do PAC em 2016 e de outros R$ 3,8 bilhões em Saúde. A saúde está um bagaço, imagine-se com mais redução.

 A taxa de desemprego no Brasil aumentou para 8,6% no trimestre encerrado em julho, ante 6,9% no mesmo período do ano passado, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) mensal, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior taxa desde o início da série histórica, iniciada em 2012. No trimestre encerrado em abril de 2015, o nível de desocupação estava em 8%. O desemprego subiu porque mais pessoas entraram no mercado de trabalho à procura de uma vaga, mas apenas uma pequena parcela conseguiu emprego. De acordo com a pesquisa, que abrange 3,5 mil municípios no país, a população desempregada no trimestre encerrado em julho aumentou em 26,6% na comparação o mesmo período do ano passado, para 8,6 milhões de pessoas.

 A dança das cadeiras ministeriais produz favorecimentos partidários e “oba-oba”, mas não reduz o custo mensal do Governo Federal. O mastodonte continua engordando a custa de elevação de impostos que, comprovadamente, são improdutivos. Precisa-se de uma cirurgia radical! Doze ministérios são suficientes para a realidade brasileira. As empresas estatais sevem ser privatizadas para serem produtivas e eliminar os “balcões da corrupção”

 A bandalheira continua. Os políticos do congresso só querem levar mais vantagens e o povo que se rale. Empresas sérias já cortaram pessoal da base produtiva, gerentes e diretores reduzindo na carne, pois já eliminaram gorduras desde o começo do ano. Nos nove meses de Dilma não nasceu nada de bom; só horrores.

 Para que se salve a produtividade nacional e se permita empresas e empregados trabalharem dignamente, é preciso eliminar inúmeros impostos no tal “ajuste fiscal” e reduzir drasticamente custos e despejas improdutivas do governo. Em uma economia sadia há poupanças e investimentos, e hoje, nem empresas nem trabalhadores têm essa possibilidade.

 A crise atual foi provocada pelo PT e pela Dilma; eles que paguem a conta.

Um impeachment seria um bom começo de saneamento.

DOSES DE PRODUTIVIDADE

DOSES DE PRODUTIVIDADE – XIX

Impressionante a produtividade do Juiz Sérgio Moro que, contrariando toda a percepção de morosidade da justiça brasileira, com o MPF e a PF investigou e condenou em pouco tempo, pela Operação Lava Jato, inúmeros corruptos do esquema Petrobrás. Enquanto acertava empresários corruptores todos estavam de acordo, mas, quanto começou a atingir agentes públicos e políticos da alta cúpula dos governos do PT e aproximar-se do vírus Lula, o STF, composto da maioria de petistas, decidiu fatiar a operação bem sucedida da 13ª. Vara Federal em Curitiba e transferir para outros estados, onde é mais fácil favorecer apaniguados. Certamente deve haver outros juízes do quilate de Moro, mas estão ocultos ou já caíram em tentação. Sabe-se da inoperância do judiciário: produzem-se recursos e mais recursos e ninguém vai para a cadeia. 

A atividade produtiva de Moro nos enche de orgulho, mas, lamentavelmente, com essa decisão estapafúrdia do STF – subordinado aos caprichos da Presidência – em vez de ser um órgão independente como preceito republicano, confirma que no Brasil não há justiça; só imoralidade.

 A intentona comunista do modelo bolivariano, e seu melhor paradigma na Venezuela, adotados pelo PT, aniquilam a República e implantam a “demoniocracia” seguindo seu líder e conselheiro ébrio e mal intencionado.

 Outra produtividade nefasta é a incrível capacidade de geração de baboseiras em todas as falas da Dilma. Não acredito que ela consiga ser tão idiota sozinha para produzir tanta asneira em tão pouco tempo. Deve haver um propósito velado por traz de tanta imbecilidade, deve haver um bando de “melancias” como asseclas e assessores que geram insumos para alimentar o projeto de poder do PT. Enquanto o povo faz piadas e caricaturas do governo, e se mantém alienado com inúmeras partidas de futebol e novelas nocivas, os governantes riem da cara dos cidadãos, não acompanham o noticiário, mesmo que amordaçado, e seguem seu plano anti-produtivo de aumento de impostos. 

A dispensa de quase um milhão de empregados nos últimos doze meses é uma medida desesperada das empresas em tentar sustentar sua produtividade. Como não conseguem obter ganhos com vendas, adotam o corte de despesas operacionais para obter poucos resultados lucrativos, que mal garantem um retorno sobre investimento realizado. Com a elevação dos custos de matérias primas, da energia e de insumos, agravados com impostos escorchantes, é impossível sobrar alguma coisa para novos investimentos.

 Sem investimentos, principalmente em tecnologia, reduzem competitividade e encerram suas atividades. O número de pequenas empresas que fecharam suas portas neste período Dilmista é grande e, com isso, o prejuízo para a economia nacional, refletido na queda do PIB brasileiro.

 Corrupção também é anti-produtiva. Tanto corrupto quanto corruptor são condenáveis sob todos os aspectos, principalmente por burlar leis ou regras descritas nos valores das empresas e na integridade dos cidadãos. Melhor é não se deixar cair em tentação de errar para não precisar comprar “facilidades” de agentes também viciados em receber propinas. 

Ser lucrativo de forma ética é possível! Competir com lisura baseada em produtividade é salutar e perene. Cabe à sociedade produtiva, não ao governo, implantar um estado de moral e reagir radicalmente às ações petistas em sua ideologia de implantar o comunismo no Brasil, que não deu certo em nenhum outro país.

 Basta! Os brasileiros que são ecléticos e criativos, capazes de serem produtivos, não merecem sofrer por malefícios do governo atual.

DOSES DE PRODUTIVIDADE

DOSES DE PRODUTIVIDADE – XVIII

Falando de produtividade, visitei um grande produtor de frutas em Jarinu (SP) e fiquei impressionado com seu investimento em tecnologia e ferramentas racionais para maior produção e menor esforço dos empregados.

 No momento estava iniciando a safra de pêssego e terminando a de Atemoia. Depois de colhidas manualmente com esmero, as frutas vão para um “PACK HOUSE”; na câmara fria aguardam a fase de limpeza, seleção e embalagem. Com a instalação de uma esteira com balanças dosadoras controladas por computador, as frutas são separadas por peso e acondicionadas em embalagens padronizadas de 4 a 6 quilos com uma precisão de 20 gramas. A instalação quintuplicou a produção manual e acelerou o processo de distribuição logística para chegar ao Ceasa ou Distribuidores de Supermercados. O entrave do escoamento da produção continua sendo o da infra-estrutura administrada pelo estado. O Governo, principalmente o petista, não ajuda, mas atrapalha bastante.

 A irrigação é feita por micro aspersão e gotejamento que também distribui nutrientes em doses precisas para obterem-se frutos de alta qualidade. Usam o mínimo de defensivos seguindo as normas nacionais e internacionais.

 Há um zelo muito grande com a mão de obra. Trabalham e moram na propriedade empregados e suas esposas; não precisam de transporte público para ir e vir. Casas confortáveis, roupas adequadas, EPIs e proteção contra raios solares, liberdade para terem suas hortas, etc. Comparando a qualidade de vida do pessoal no campo e o nas cidades, há uma vantagem significativa em trabalhar junto à natureza.

 Vi a produtividade dos empregados na poda radical das árvores de Atemoia no fim da safra que manuseavam tesouras elétricas movidas a baterias com autonomia de 8 horas. A velocidade dos cortes dos galhos e a mínima fadiga do abrir e fechar a mão, que não provocam tendinite, aumentou a produtividade em 70%.

 De maneira ampla a agricultura tem apresentado contínuos incrementos de produtividade das áreas cultivadas e das técnicas de manuseio e distribuição, contribuindo muito com a economia brasileira, compensando as inúmeras ações anti-produtivas governamentais. Conviver com as intempéries os agricultores estão cada vez mais capacitados, porém, assimilar a caótica crise que a Dilma causou, está cada dia mais difícil. Incentivo aos que trabalham para garantir alimentos nas mesas dos cidadãos é mais efetivo do que distribuição de esmolas para manter a população na pobreza e na ignorância.

 Os nefastos impactos causados pelo “lulopetismo” nos moldes bolivarianos têm causado grande desemprego nas indústrias e queda nas vendas do comércio. A Poupança popular já minguou, os “cintos” das famílias já estão no último furo e nenhuma ação concreta da Dilma para cortar gastos de seu governo. Só conchavos para proteger os apaniguados e cortar investimentos no ajuste fiscal como o do Sistema S – SESI, SENAI, SENAC E SESC que garante a capacitação de profissionais produtivos em vez de cortar seus gastos.

 O “vírus lula” continua infectando o cérebro do governo difundindo asneiras e mantendo firme seu propósito de implantar o comunismo na América Latina, declarados continuamente nos encontros de agitação política. Não é apenas imcomPTência é má intenção apoiada por alguns “brasileiros melancia” – verde por fora e vermelho por dentro.      

 Cabe à sociedade produtiva reagir mais veementemente contra a voraz ação do governo em aumentar impostos que dificultam a produtividade nacional.

DOSES DE PRODUTIVIDADE

DOSES DE PRODUTIVIDADE – XVII

Várias pessoas comentaram a dificuldade de aplicar doses de produtividade em suas empresas e em suas economias domésticas por contaminação externa; por isso, continuo a avaliar as atitudes nefastas de um governo populista que causou o colapso econômico no Brasil, promoveu a corrupção em empresas públicas, ampliou os balcões de corruptores nos inúmeros ministérios, espoliou as empresas privadas e sacrificou os cidadãos com impostos escorchantes.

 Muitas empresas de todos os portes dispensaram empregados e encerraram suas atividades. Sem atividade produtiva o país nunca sairá da crise. O PT conseguiu desindustrializar o país e enganar o povo com benesses que não estimulam o trabalho.

 Levy disse que “a população vai entender se for preciso elevar impostos”. Não senhor Levy, não entendemos! As dificuldades não são nossas; não aceitamos remédios amargos. Aplique-os aos políticos e seus apaniguados.

 A culpa da situação é da Dona Dilma e se ela continua incomPTente para corrigir seu erros do último mandato e dos atuais, mentindo, falando asneiras e culpando terceiros, que saia do caminho, voluntária ou forçadamente.

 Nem as agências internacionais de classificação de risco recomendam investimentos no Brasil, consequentemente nas empresas controladas pelo governo. Os empresários poderiam pensar em investimentos produtivos se não tivessem que pagar tanto imposto sem retorno. Poderiam gerar riqueza e dar trabalho digno para a população. Deixem o país trabalhar sem atrapalhar.

 As ofensas à nossa inteligência acontecem também na maior cidade do país governada pelo PT. A CET não quer contabilizar apenas recordes de centenas de quilômetros de congestionamento. Com a decisão malandra do prefeito em reduzir as velocidades nas marginais e avenidas a CET agora vai aumentar a arrecadação com multas. Seguindo a orientação da chefa ordenou “dobrar a meta” da arrecadação. O absurdo da multa como parte do orçamento da prefeitura. Multa deveria ser para disciplinar o trânsito não para obter receita.

 Com a farsa que era para reduzir acidentes, fizeram enormes gastos na confecção de placas a custo quatro vezes maior que o do mercado (não há corrupção por traz disso? Cabe investigar?) e investimentos em equipamentos de radar, alguns colocados escondidos embaixo de pontes, uma tocaia, para pegar – de surpresa – condutores que apenas querem, com segurança, compensar os constantes congestionamentos aproveitando poucos espaços livres, enquanto motoqueiros – maiores causadores e vítimas de acidentes voam soltos por todos os lados.

 A velocidade ideal é a do fluxo no local: se todos estão trafegando depressa, ande rápido; se o fluxo é lento, ande devagar. Causadores de acidentes são os que correm em tráfego lento e os que vão devagar em tráfego rápido. As marginais são projetadas para fluxo rápido, sem semáforos, estacionamento e travessia de pedestres, que devem ter passarelas à disposição.

 Redução de velocidade é anti-produtiva e colocação de lombadas é a punição dos não culpados. Presenciei um atropelamento seguido de morte dentro da garagem de um condomínio com “tartarugas” e velocidade de 10 km/h. Descuido do pedestre e, principalmente desatenção do motorista.

 Enfim, temos “saída para a crise”. Precisamos implantar um estado de moral para voltar a crescer com produtividade e não aceitar manobras políticas e corruPTas.

 DOSES DE PRODUTIVIDADE

DOSES DE PRODUTIVIDADE – XVI

Dispomos de diversas doses de produtividade empresarial, mas, com o atual ambiente político infectante fica difícil isolar empresas e cidadãos decentes dos males que vêm de fora.

 A presidanta continua a mostrar sua incomPTência quando não ataca a causa da crise por ela criada. Quer aumentar impostos sem cortar seus custos para remediar, na verdade postergar, a solução do problema.

 Se ela fosse pelo menos um dona de casa saberia o que fazer quando alguém da família fica desempregado: Corta-se toda e qualquer despesa. Começa pelo supérfluo, depois o importante e até o essencial. O principal reflexo do sacrifício da população é visto nas compras no supermercado; troca produtos alimentícios que consumia por outros mais baratos, compra só para a semana. Roupa nova, só no aniversário e bem simplesinha… Quando reduz o consumo de energia elétrica – que tem tarifas controladas pelo governo – sua conta aumenta por conta da “bandeira vermelha” ou por queda no consumo que não lhes dá receita suficiente.

 Ela continua recebendo orientações do Vírus Lula, cujo intento sob-reptício é manter o pode com a ideologia socialista, fazendo tudo o que não deveria. Como se pode acreditar que alguém causador do desarranjo econômico no país será capaz de corrigi-lo? Sua melhor atitude de grandeza seria a renúncia ou suicídio para escapar do impeachment. Para evitá-lo continua sua sórdida articulação com outros políticos oportunistas para oferecer mais cargos em troca de apoio para continuar afundando o país. 

Vemos debates sobre “saídas para a crise” de pessoas ilustres que contam histórias e comparações com crises anteriores. Não nos importa saber se nossa crise é maior ou menor que outras, precisamos soluções para sair desta. 

É essencial que se cortem drasticamente as despesas diretas ou indiretas do governo, começando com o enxugamento da máquina pública; quem perde receita é obrigado a reduzir gastos.

 Que se privatizem monstrengos inviáveis alimentados por má gestão. Que se expurguem os parasitas. Que se invista em geração de empregos produtivos em infra-estrutura e em empresas capazes de gerar riqueza. Que se dê apoio logístico para escoamento da produção e para a exportação com a redução do “custo Brasil” e eliminação da corrupção.

 O modelo de programas sociais do PT causa benesses para quem não trabalha e sacrifica o trabalhador e as empresas a pagarem a conta. É o famoso “dar o peixe em vez de ensinar a pescar”. Não há estímulo, não há desafio nem perspectivas de dignidade. Em vez de manter a pobreza dever-se-ia dar oportunidade de trabalho honesto e produtivo para saírem da miséria. Com renda todos poderão pagar impostos menos escorchantes, contribuir com o crescimento do país e ter o retorno em educação, saúde, transporte e segurança. Com produtividade os custos baixam, mais pessoas passam a ter acesso a compras, fazer investimentos e poupança com aumento da qualidade de vida sem endividamentos impagáveis.

 O Brasil é abençoado com enormes riquezas naturais, possui um povo alegre, eclético e criativo, mas, anestesiado pelo futebol e novelas não reage nem se preocupa com os rumos políticos e socioeconômicos que aceleram a crise. Precisamos de um politicida para desinfetar o governo, salvar empresas e empregados, focar no progresso e alinhar-mo-nos aos países desenvolvidos.

 Até a próxima…

DOSES DE PRODUTIVIDADE

MEU CONVÍVIO COM JACK WELCH

MEU CONVÍVIO COM JACK WELCH

 

Prof. Eng. Claudiney Fullmann, Ph.D.

 

Jack Welch, nomeado presidente da GE em 1981, com quem convivi de 1982 a 1988, antes de ser considerado o executivo do século XX, nos primeiros três anos de seu mandato, foi incompreendido e temido por suas atitudes. Embora a GE tenha sido a única que sempre esteve entre as 10 melhores durante 100 anos, foi Jack quem provocou uma mudança radical na década de 80, antecipando-se às mudanças da globalização que empresas do mundo inteiro foram obrigadas a fazer de forma desesperada.

 

Jack foi um rebelde que amadureceu para se tornar um líder. Seu alvo foi implantar e cultivar valores que ele preserva: autoconfiança, lisura e uma decisão inabalável de enfrentar a realidade, mesmo quando penosa. Welch fez a receita para vencer: Velocidade, Simplicidade e Autoconfiança. Implacavelmente positivo, Jack se deleitava em seu próprio entusiasmo; quando desgostoso, avançava com uma bateria de obuses, destruindo toda a oposição. “Temos um desastre aqui.” Enquanto olhava fundo em seus olhos, Jack lhe dizia exatamente o que pensava que você fez de errado. Mas, se você conseguisse aguentar o repuxo e retrucar, Welch ouvia e reconhecia seu valor. Ao resolver um problema por ele levantado, logo estaria aquecendo-se ao calor do espírito alegre do presidente.

 

A primeira ideia revolucionária de Welch foi a famosa “número-um-ou-número-dois” traduzida para: se você não for o número um ou número dois em seus mercados de atuação, você tem três alternativas: Recuperar, Vender ou Fechar.

 

A segunda foi a dos três-círculos interligados, onde os negócios “número-um-ou-número-dois” se aglutinavam em: Central, Tecnologia e Serviços – Ficaram apenas 15 negócios. Os que estavam “fora dos três círculos” seguiram outros destinos.

O sucesso de Welch como líder dependeu menos de sua personalidade do que da qualidade de seus pensamentos. Inteligente, intelectualmente disciplinado e criativo, desenvolveu um estilo de gerenciamento que explora o poder das ideias revolucionárias baseadas em valores e crenças. Ele começou o processo orquestrando um diálogo de ideias, para mudanças incrementais e quânticas.

 

Acredito que os três principais pilares do sucesso de Welch foram Ideias, Valores e Energia Emocional, este voltado ao capital humano. Welch recomenda:

  • Selecione pessoas pelo Edge (coragem, ousadia, determinação, energia, têmpera, garra, eficácia, pulso firme, força moral, integridade, vitalidade, realismo e entusiasmo) que possuem.
  • Conscientemente trabalhe para energizar pessoas em cada oportunidade que apareça.
  • Crie e use mecanismos de larga escala para energizar e comunicar (DDM – Desafio das Mudanças, Work-out, Six Sigma, etc.). Costumo implantar o DDM em empresas por meio do “Outdoor Learning” para mudança cultural com excelentes resultados.

 

O que sempre admirei e aprendi com Jack foi o gesto de premiar as pessoas que correm riscos de implantar ideia nova e fracassa. As pessoas ficam encorajadas a continuarem buscando inovação. Claro que o prêmio é maior quando o resultado é um sucesso.

 

As ideias gerenciais incomuns de Welch podem ser aprendidas:

  • Pratique o oportunismo repleto de planos;
  • Escarafunche as informações até encontrar uma solução simples;
  • Teste as ideias através do conflito construtivo;
  • Trate todos os subordinados como iguais, mas recompense cada um deles estritamente de acordo com seu mérito;
  • Evite concessões ao decidir;
  • Substitua as organizações hierárquicas por equipes unidas, usando a competição interna para treinar seus jogadores;
  • Dê ao pessoal todas as oportunidades de identificação com seu negócio. Seu entusiasmo é seu bem mais valioso.

 

A maioria dessas ideias que orientou a revolução na GE tornou-se princípio básico de gerenciamento de qualquer empresa e da vida de qualquer um: Controle seu destino antes que alguém o faça. Encare a realidade como ela é, não como ela era ou como você gostaria que ela fosse. Seja gentil com todas as pessoas. Não gerencie, lidere. Mude antes de ser obrigado a mudar. Se não tiver uma vantagem competitiva, não entre na competição.

 

Estas lições de Welch, que pratico e ensino até hoje, poderão fazer você vencer, desde que as pratique de forma obstinada.