Completando as análises SWOT para o PIB brasileiro, os grupos de formandos em MBA em Porto Alegre, avaliaram as AMEAÇAS e propuseram ações:

  • Fatores Climáticos

A partir de dados meteorológicos e análise histórica, através de parcerias público privadas, planejar re executar ações preventivas para evitar riscos de perda de produtividade.Isto deve ser feito por meio de investimentos em silos, armazenamento de água, infra-estrutura de proteção de lavouras, estações meteorológicas mais avançadas, estrutura de proteção climática, etc., em curto e médio prazos.

  • Falta de credibilidade e confiança internacionais

Estabilidade política e econômica através de ajustes fiscais (cortes de gastos do governo/novas regras para a Previdência) e reformas tributárias e políticas (diminuição da  carga tributária/imposto sobre a renda, não sobre o produto). Essa atitude urgente deve ser tomada pelo governo por meio de pressão popular.

  • Desaquecimento da Economia Global

Desenvolver a indústria nacional, agregando valor ao produto final através de incentivo à pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e investimentos em infra-estrutura, por meio de Parceria Pública Privada, em médio e longo prazo.

  • Não atratividade para Investidores Externos

Devido à instabilidade político-econômica, deve-se equilibrar as contas públicas, que reflitam em melhoria dos indicadores, e elaborar um plano de ação com metas, prazos e responsáveis bem definidos. Isto cabe ao Ministério da Fazenda, sem interferência política, em até 2 anos.

  • Tratado Transpacífico

Como o Brasil não consegue se incluir no grupo de países parceiros, é necessário fortalecer nossa economia com incentivos à exportação de produtos nacionais, reduzindo a carga tributária, simplificando o sistema tributário, reduzindo o custo da mão-de-obra readequando a CLT conforme realidade do mercado de trabalho. Os responsáveis por tais mudanças são a Presidência da República, Ministério de Comércio Exterior, Ministério do Trabalho, Congresso Nacional, Órgãos de Classe (FIERGS, FIESP, FIERJ); isto não pode passar de dois anos.

 

Como foi dito no começo das Doses, estes estudos sobre o PIB brasileiro foram feitos em sala, durante curso de MBA em Estratégias Empresariais sem preparação prévia, apenas usando conhecimentos da situação crítica brasileira de todos seus participantes. Apenas transcrevi a surpreendente conscientização das pessoas engajadas na esperança de um Brasil melhor. Nossos representantes no Congresso deveriam fazer algo melhor, com o tempo e remunerações que possuem, além de batalhões de asseclas que os ajudam a destruir a “Ordem e Progresso” de nossa bandeira verde-amarela.

 

Evidenciou-se que a redução de produtividade no país é fruto dos atos de improbidade administrativa, não por incompetência, mas por má-fé.

 

Encaremos a realidade como ela é, não como foi, ou gostaríamos que fosse. Toda a culpa recai sobre o Governo petista da Dilma com implantação de um comunismo populista disfarçado de democracia, apoiado por uma classe política corrupta que defende seus interesses particulares, não os anseios do povo que o elegeu. Assistimos a uma farra desonesta, sem oposição, repleta de mentiras que agravou a crise econômica. Já passou a hora do basta. Enquanto os cidadãos de bem tolerarem esta realidade, são vemos perspectivas claras.

DOSES DE PRODUTIVIDADE