Lula compara País a “trem descarrilado” esquecendo que foi ele quem deixou o trem desgovernado; depois transferiu para seu “pau mandado” a tarefa de acelerar a máquina pública até o desastre total. Quebraram empresas, promoveram o desemprego, arruinaram a economia, continuam mentindo e arrasando a produtividade nacional, com retração do PIB e redução do poder de compras dos cidadãos trabalhadores. 

Assistimos estarrecidos a luta de dois bandidos, e suas respectivas quadrilhas, defendendo seus interesses pessoais e partidários, pouco se lixando com o povo que os elegeram. Que democracia é essa? Cadê o bem estar da população? Não aparece nenhum xerife do bem para acabar com essa farra? 

O impeachment da Dilma e a prisão do Lula têm sido reivindicados pela população em manifestações de rua, desde o começo do ano, mesmo antes de serem descobertas as contas de Cunha na Suíça. Nada de golpe, nada de revanche, apenas a aplicação das regras da Constituição. 

Ouvi um comentário que a situação pode piorar com o processo sucessório em caso da saída de Dilma: Temer – Cunha – Calheiros – quem é pior? Certamente melhores que Lula, que continua mandando em Brasília, sempre por traz de toda bandalheira nunca antes vista na história deste país. Mas precisamos de mudança; do jeito que está só o caos progride. 

Falar de produtividade neste cenário é desconcertante.  Todos os setores produtores da economia estão tentando a sobrevivência. Aqueles que ainda conseguem “raspar o fundo do tacho” esperam dias melhores em 2016, mas, com baixos volumes, não conseguem ocupar sua capacidade nem aproveitar a mão de obra disponível. Não há lucro, no máximo empate. 

Para evitar o pior dos mundos, empresas estão antecipando férias de seu pessoal, tentando fazer acordos de não dispensa com redução da atividade e de salário; as pessoas têm consciência de que é melhor receber um pouco menos nesta fase do que não receber nada. Aproveitar matérias primas em estoque e desovar materiais em processo, apenas para recuperar os gastos das compras anteriores, também contribui com a austeridade. 

Em economia de guerra, toda criatividade é essencial. Com o aumento do preço da energia elétrica, retirar um terço das lâmpadas, apagar tudo, inclusive computadores, no horário do almoço e no fim de expediente, até para evitar horas-extras, reduz as despesas. Reunir o pessoal, explanar a realidade de maneira transparente, conscientizá-los da eliminação dos desperdícios, inclusive em suas casas, da drástica diminuição das Despesas Operacionais para compensar os escorchantes impostos aplicados pelo governo perdulário.  

Para os que ainda têm alguma reserva de caixa, convém fazer planos para atravessar pelo menos o primeiro semestre de 2016, cobrir sua DO e investir em capacidade produtiva, principalmente com tecnologia de ponta. Com o fechamento de diversos concorrentes, quem ainda tiver fôlego sairá na frente quando a economia melhorar. Não se endividar.

 Também é o momento de buscar a diversificação de produtos e mercados. Pequenas alterações de projetos, sem prejuízo da qualidade, podem baratear os produtos e aumentar as vendas. Buscar parceiros e cooperativas para reduzir os custos logísticos, compras compartilhadas, promoções conjuntas, canais de exportação. Mais criatividade sem corrupção. Manter o conceito de produtividade: reduzir Despesas Operacionais e aumentar Ganhos.

DOSES DE PRODUTIVIDADE